Agentes de defesa da Natureza – reflexões sobre os efeitos antimicrobianos dos Óleos Essenciais.

A recente epidemia do Corona vírus da China (Covid-19) – apesar do habitual exagero pela cobertura da mídia – chama a atenção de numerosas pessoas da “comunidade” da medicina natural e da Aromaterapia. O ponto é que – de novo e de novo – estamos enfrentando ameaças à saúde individual e coletiva e, também nesta nova ameaça, permanecemos de braços cruzados diante do problema, sem pedir ajuda à primeira instância capaz de nos auxiliar: a Mãe Natureza.

Em termos de medicina natural e Aromaterapia, temos inúmeras respostas para as infecções microbianas – mas o fato de, coletivamente, não recorrermos diretamente a estas alternativas, faz-me meditar nas seguintes perguntas: nós realmente queremos? Por que não queremos? Quem está interessado em não querer?

As plantas medicinais e seus Óleos Essenciais podem e devem ser o elemento principal de um “plano de ação global” que vise responder a qualquer problema de saúde, próximo ou distante. Será que nos esquecemos? A Natureza desenvolveu, ao longo de dezenas de milhões de anos, suas próprias estratégias contra inúmeros vírus, bactérias, fungos e parasitas. Sem a evolução destas estratégias, nem a vida na Terra, como um todo, teria sido possível. Eis o tamanho da importância, potência e efetividade destes Óleos Essenciais.

Não precisamos reinventar a roda. Só precisamos aprofundar nosso conhecimento da Natureza e combinar suas estratégias milenares de defesa, e seus infinitos recursos, com nossas abordagens científicas modernas. Isso é o que chamamos de ” abordagem integrativa” ou “medicina integrativa”.

 

 

Óleos essenciais como agentes bioquímicos de defesa  

   Estes agentes poderosos se desenvolveram como aliados da interação dentro da própria natureza, em uma espécie de dinâmica de desafio e resposta. Eles têm sido uma das maiores respostas contra o crescente impacto de “inimigos” que ameaçam o impulso de diferenciação das diferentes espécies de plantas no curso interminável da evolução na Terra. Então, o que vemos hoje na natureza são os “sobreviventes” – aqueles que permaneceram fortes e tornaram-se mais fortes com o tempo. Eles são os “guerreiros da natureza”: fortes e, ao mesmo tempo, delicados como uma Rosa… Então, por que não pedir sua ajuda? Eles estão esperando-nos, disponíveis em seu singelo auto-sacrifício! Como Balraj Maharishi, um visionário indiano altamente espiritualizado e capaz de acessar o mundo das plantas, disse certa vez em uma conferência internacional sobre Ayurveda em Nova Delhi: “Os Devas das plantas convidaram-me para um congresso. Eles me disseram que estão muito conscientes dos problemas da humaindade. E Eles decidiram que irão fazer mais pela humanidade. ” 

   Mas posicionar os Óleos Essenciais – se é que de algum modo seu potencial é reconhecido – no mesmo nível das drogas sintéticas originárias dos laboratórios das patentes químicas (e as empresas voltadas para o lucro) é um erro fundamental.Os Óleos Essenciais são a própria natureza. E são formas sutis de energia “prânica”, muito além do escopo da medicina alopática, feita pelo homem.

   Como diz o aromaterapeuta Kurt Schnaubelt: “A atividade deles [dos OE] é moldada pelas formas ambientais do mundo das plantas. Os óleos essenciais não agem como armas, mas como agentes de interação. Eles são um ingrediente-chave da própria vida, fortalecendo seu tecido e pré-condições.”  (Kurt Schnaubelt, A Inteligência Curativa dos Óleos Essenciais). 

   Equacionar, portanto, Óleos Essenciais aos produtos químicos (sintéticos) – que tem sido uma tendência recente – nada mais é do que colocar o “medicamento da natureza” nas mãos de organizações e indústrias que seguem seus próprios princípios, que em muitos casos estão em completa contradição com as leis da natureza, que governam a evolução e a antiga ciência de cura da humanidade.

 

 

   A Aromaterapia é uma versão moderna da medicina das plantas, em sua forma mais compacta e sofisticada. Podemos realmente dizer: pela primeira vez na história – e isto também devido à nossa conexão global – todos nós podemos ter acesso direto aos tesouros tradicionais de cura do mundo, muitos deles até presentes em nossa própria “farmácia doméstica”, nos munindo dos instrumentos para um poderoso autocuidado preventivo e que proporcione curas. Então, finalmente, podemos assumir a responsabilidade por nossa própria saúde, tornarmo-nos nossos próprios guardiões de bem-estar pessoal.

 

Os Óleos Essenciais realmente são antimicrobianos? 

Sim,com certeza! 

“Um estudo clínico, apresentado em março de 2005 no  Simpósio de Aromaterapia e Plantas Medicinais em Grasse pelo Dr. A.M. Giraud-Robert, demonstrou a eficácia dos óleos essenciais no tratamento da hepatite B e hepatite C, especificamente devido aos efeitos antifibróticos e antivirais. Os óleos essenciais empregados nos tratamentos foram escolhidos, por um lado, por sua atividade antiviral e, por outro, por sua atividade regenerativa hepatocelular. Os óleos essenciais escolhidos por sua atividade antiviral foram:

• Ravintsara;

• Louro;

• Niaouli;

• Tomilho, qt. tujanol-4;

Neste estudo, os óleos essenciais foram tomados em doses variadas, mas em média 3 gotas 3 vezes ao dia, durante uma semana. Referindo-se a esta semana como uma janela terapêutica, os pacientes permaneceriam sem os óleos essenciais por três semanas antes de voltarem a usá-los por mais uma semana.” [1]

E aqui estão mais alguns Óleos Essenciais que demonstraram ter efeitos antivirais:

 • Sândalo (Santalum album): foi documentado por uma pesquisa da Universidade Brigham Young, EUA, por sua capacidade de inibir até alguns tipos de células cancerígenas. Também é usado para infecções virais, especialmente da pele, acne, rugas e cicatrizes. 

• Coentro (Coriandrum sativum): é ideal para combater vírus que atingem a esfera do ouvido, do nariz e da garganta, ou o trato urinário. Sua aplicação pode ser feita por massagem, diluída em uma base de óleo vegetal e também via oral, com mel. 

• Hissopo da montanha (Hyssopus decumbens): demonstrou ser interessante para o tratamento da gripe, bronquite e várias condições otorrinolaringológicas. 

• Manjerona (Origanum majorana): eficiente contra vírus que afetam a esfera otorrinolaringológica e também para infecções virais da pele, como herpes zoster, varicela e psoríase.

• Ravintsara (Cinnamomum camphora var. Cineoliferum): Poderoso agente antiviral e anti-bacteriano. Faz maravilhas em caso de gripe, infecções brônquicas, problemas de pele virais e infecções de ouvido, nariz e garganta. 

• Tea Tree/Melaleuca (Melaleuca alternifólia): famosa por suas propriedades gerais e sua forte energia anti-infecciosa em muitos níveis, incluindo o trato respiratório.

• Limão (Citrus limonum) e outros óleos cítricos: famosos por sua capacidade de purificação como “purificadores de ar”, antibacterianos e antivirais. Mesmo os pequenos vírus não serão capazes de resistir à sua intensa atividade de limpeza. Muito eficiente para ser usado em um difusor em casa ou no escritório. Nos hospitais, isso deveria ser obrigatório.

 • Eucalipto radiata (Eucalyptus radiata) , smithii (Eucalyptus smithii)  e globulus (Eucalyptus globulus) são todos altamente expectorantes e liberadores do sistema respiratório. Bom em caso de rinite, sinusite e otite. 

Um estudo do renomado Departamento de Virologia e Instituto de Higiene da Universidade de Heidelberg, Alemanha, explicou que “Os óleos essenciais são misturas naturais complexas, seus principais constituintes, por ex. terpenos e fenilpropanóides, sendo responsáveis ​​por suas propriedades biológicas. Os óleos essenciais de eucalipto, tea tree e tomilho e seus principais compostos monoterpenos … foram capazes de reduzir a infecciosidade viral em  96%” [3]

 

O que os Óleos Essenciais têm de tão especial? 

A razão pela qual os Óleos Essenciais vieram “ao microscópio” de pesquisadores e médicos nas últimas décadas é por conta de sua ação imensamente poderosa – como vimos – contra vários germes patogênicos, incluindo vírus, fungos e bactérias que, por meio das abordagens alopáticas modernas tornaram-se resistentes a uma grande variedade de antibióticos. Então, de certa forma, é a “crise dos antibióticos” que – pelo menos até certo ponto – acelerou nosso retorno à farmácia da Natureza.

Cada vez mais cientistas modernos, médicos e naturopatas comparam, em suas publicações, a utilidade do que eles chamam de abordagem “eubiótica” da aromaterapia médica versus a abordagem antibiótica alopática. Eles apontam a ação complexa de uma molécula aromática no germe, no meio e no sistema imunológico em geral, versus as propriedades antibacterianas extremamente limitadas das armas químicas com seus inúmeros efeitos colaterais indesejados.

Um relatório britânico recente, encomendado pelo governo, estimou que, até o ano de 2050, as bactérias resistentes a medicamentos podem causar mais de 10 milhões de mortes por ano, além de custar à economia mundial um valor astronômico de US $ 100 trilhões [4]

Outra pesquisa, realizada em nome do Prêmio Longitude, revelou que 49% dos médicos prescrevem antibióticos toda semana sem saber se, de fato, são necessários. E ainda mais: 72% dos médicos – em caso de dúvida se precisam tratar uma infecção viral ou bacteriana – prescrevem um antibiótico. Usar antibióticos contra um vírus é como atirar uma flecha em um meteorito.

Uma simples investigação sobre inúmeras doenças pode nos dar milhares de dados científicos sobre pesquisas clínicas em andamento, ou já realizadas, com os Óleos Essenciais. Por que ainda estamos tão hesitantes em incorporar a Aromaterapia em nossas principais estratégias de saúde? Inúmeros depoimentos pessoais de usuários de Óleos Essenciais, juntamente com os dados etno-botânicos de fitoterápicos de muitos séculos, devem ser a base para o novo “corpus” de uma nova e surpreendente ciência natural da cura.

Veja só: um consórcio de mais de 40 professores universitários, médicos e cientistas da França (o país de origem da Aromaterapia moderna) disseram o seguinte: “Graças às muitas moléculas ativas, quase todos os óleos essenciais são anti-infecciosos em graus variados. Suas propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas são amplamente descritas e publicadas. Se bem utilizados, os mais poderosos deles oferecem um amplo campo de ação em caso de infecções … ” Ainda mais do que suas propriedades “antibióticas”, o interesse científico é saber como usar suas virtudes “eubióticas” seletivas e regulatórias. A maioria dos Óleos Essenciais respeita a flora intestinal natural …

Além disto, certos Óleos Essenciais, ricos em  monoterpenos ou aldeídos, provaram-se excelentes desinfetantes atmosféricos, capazes de limpar o ar e combater a proliferação de germes patogênicos, seja na sala de operações , em unidades de terapia intensiva, hospitais ou enfermarias. Até o momento, germes patogênicos com pouca ou nenhuma resistência aos Óleos Essenciais podem ser usados, sob certas condições, no combate a infecções hospitalares, além de oferecer uma alternativa ao uso dos antibióticos e a consequente criação de bactérias resistentes a vários medicamentos [5]

“Experimente uma nova maneira de curar. Experimente uma nova maneira de  viver.”

 

Mais alguns representantes da Farmácia da Natureza:

 

Os Óleos Essenciais mencionados por esta equipe de especialistas da França, e reconhecidos como os mais anti-infecciosos, são os que contêm:

  • moléculas fenólicas (carvacrol, timol, eugenol…) – ou seja, Orégano, Satureja, Tomilho, Cravo, Manjericão Sagrado (Tulsi)…
  • aldeído cinâmico – ou seja, Canela cássia…
  • álcoois terpenos (geraniol, tujanol, linalol, terpineol, mentol…) – ou seja, Gerânio, Tomilho qt. thuyanol-4, Tomilho qt. Linalol, Pau rosa, Hortelã-pimenta, Lavanda…
  • certos aldeídos alifáticos (geraniais, citronelais …) – Erva-cidreira, Citronela, Eucalipto citriodora …
  • cetonas (verbenona, criptona, mentona…) – ou seja, Limão verbena, Menta da montanha…

E aqui o que pesquisadores da Universidade de Viena / Áustria escrevem:

“Muitos estudos in vitro confirmam a atividade antiviral dos óleos essenciais e de seus ingredientes. A maioria dos óleos essenciais e substâncias individuais foram avaliados contra o vírus Herpes Simplex tipo 1 e tipo 2 e mostram uma alta atividade antiviral:

Óleos essenciais de:

  • Artemisia arborescens;
  • Eucalyptus globulus;
  • Leptospermum scoparum;
  • Melaleuca alternifolia;
  • Melissa officinalis;
  • Mentha piperita;
  • Salvia officinalis;

E alguns Óleos Essenciais de:

  • Allium cepa;
  • Allium sativum;
  • Coriandrum sativum;
  • Ocimum basilicum;
  • Oreganum vulgare;
  • Petroselinum sativum;

Estas plantas, usadas ​​principalmente como tempero, mostram uma forte atividade contra o vírus Herpes Simplex tipo 1.

 

Mono x Poli

Hoje sabemos que mesmo os micróbios mais mortais não conseguem resistir ao poderoso impacto dos Óleos Essenciais, quando usados ​​com conhecimento e com os métodos certos. Recentemente, a comunidade científica reconheceu que os Óleos Essenciais podem matar a ‘superbactéria’ que ataca hospitais, a MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina). Na Universidade de Manchester, três Óleos Essenciais foram analisados ​​em seu poder de  destruir a famosa bactéria MRSA e a bactéria Escherichia coli: em contato com estes óleos, elas foram eliminadas em dois minutos. A sugestão deles era usar estes óleos misturados em sabonetes e xampus para uso em hospitais. As infecções adquiridas em hospitais, como o MRSA, matam cerca de 5.000 por ano …

“O Dr. Warn, que realizou a pesquisa, diz que os óleos essenciais podem ser usados ​​para criar terapias de inalação muito mais agradáveis [e que] provavelmente terão uma taxa de sucesso muito maior do que o tratamento atual … ” [6]

Décadas atrás, o professor Griffon já estudava as propriedades anti-sépticas de certas misturas de Óleos Essenciais, entre as quais o óleo de Limão teve um papel importante. Cientistas como Morel e Rochaix já haviam provado que as partículas evaporadas do óleo de Limão são capazes de neutralizar

  • meningococo (meningite – infecção no sangue) dentro de 15 minutos;
  • a bactéria Ebert (Tifo) em apenas 1 hora;
  • o pneumococo (pneumonia etc.) em 1 – 3 horas;
  • Staphylococcus aureus (infecções da pele e respiratórias, intoxicação alimentar) em 2 horas;
  • os estreptococos hemolíticos (decompõe os glóbulos vermelhos – pneumonia, envenenamento do sangue (septiceia), inflamação do revestimento do cérebro e medula espinhal (meningite) etc .. dentro de 3 a 12 horas ; [7].

 

A promessa do medicamento alopático não foi cumprida. Contamos hoje com mais de 30% das pessoas hospitalizadas como vítimas de doenças iatrogênicas, ou seja : vítimas da má administração dos medicamentos.

Não se esqueça: somente na França, a medicina alopática moderna causa todos os anos mais de 10.000 mortes – o que significa 3 vezes mais do que acidentes fatais em todo o país. E mais de 130.000 hospitalizações são devidas ao mesmo tipo de medicamento, todos os anos, apenas na França.

É claro que os quatro melhores “cavalos” da medicina moderna (os analgésicos, os anti-reumáticos, os psicotrópicos e os antibióticos) estão todos em crise, criando efeitos colaterais devastadores, envenenando furtivamente a população, levando a um aumento dramático nos custos com a saúde. É como na agricultura moderna, uma luta que não pode ser vencida. Bombardeamos o corpo – nosso solo – com produtos químicos isolados que não contêm a inteligência holística da natureza. E depois…?

No início, tudo parece bem, os convidados indesejados são destruídos, os micro-bios, bactérias, fungos, pragas, vírus, parasitas etc. desaparecem. Mas então vemos que o terreno, nossa matriz, também foi danificado. E os convidados indesejados voltam – com novas armas de ataque, contra um corpo ou solo enfraquecido.

Por outro lado, com os Óleos Essenciais, como vimos, temos as estruturas polimoleculares, que evitam os muitos efeitos colaterais negativos da abordagem alopática monomolecular. Devido ao seu rico perfil bioquímico, os Óleos Essenciais são multifuncionais. É este aspecto que os torna tão poderosos. Torna impossível que bactérias e vírus se tornem resistentes ao impacto de sua diversidade molecular sempre imprevisível e sempre em mudança. Esta também é a razão pela qual o óleo de Hortelã-pimenta, por exemplo, ajuda simultaneamente contra distúrbios nervosos, hepáticos, da pele, circulatórios, imunológicos, intestinais e psicológicos etc. Em vista desta gama holística de ação terapêutica, compreende-se por quê os Óleos Essenciais dão um nó nas cabeças Alopáticas…

A Aromaterapia funciona de uma maneira holística. Muitos de seus surpreendentes efeitos curativos não podem ser rastreados por simples investigações científicas e análises bioquímicas, mas requerem um espectro de visão mais amplo. Esta visão deve incluir a parte sutil de energia, própria ao mundo das plantas medicinais e de seus Óleos Essenciais, bem como a situação individual e única de cada paciente – e também de seu “corpo energético”.

Esta área – que vai além da prova científica no sentido estrito – não é menos científica, em um sentido mais amplo: envolve dados, experiências, depoimentos psicoemocionais e psicoespirituais, que levarão no futuro próximo a uma nova era da medicina holística – com base em um entendimento inovador e muito necessário da cura real, onde matéria (principalmente alimentos e remédios), comportamento, energia, consciência (individual e coletiva) e Espírito – todos trabalham juntos em UMA direção: A EVOLUÇÃO DO HOMEM E DA SOCIEDADE HUMANA.

8 thoughts on “Agentes de defesa da Natureza – reflexões sobre os efeitos antimicrobianos dos Óleos Essenciais.

  1. Denise Sutana says:

    Nos últimos dias ao assistir uma aula disponibilizada pelo Conaroma, deparei com um conceito de óleos essenciais que me chamou a atenção, de Kurt Schnaubelt, os óleos essenciais são moléculas “que possuem uma inteligência química que fala diretamente ao nosso organismo”. Este editorial me fez refletir sobre este conceito. Recorremos muitas vezes inconscientemente ao apelo dos efeitos físicos dos óleos, o que me ocorreu recentemente , indiquei um antiespasmódico para uma pessoa que se contaminou com a covid19. Embora o feedbak foi positivo, me pergunto por que eu escolhi este óleo. São momentos como este que eu sinto a necessidade de “afinar os instrumentos”.

    • Editorial Oshadhi says:

      Olá, Denise,bom dia!

      Grato por compartilhar sua experiência conosco.

      Definições como esta do Schnaubelt nos fazem expandir nosso entendimento destes óleos.
      Ele tem um livro excelente chamado a Inteligência de Cura dos Óleos Essenciais. Neste livro ele explica a inadequação dos métodos científicos de que dispomos para averiguar as propriedades dos OE.

      Esta inadequação dá-se tanto pela impossibilidade metodológica de abranger as centenas de compostos químicos que agem em sinergia em um só óleo, e também pelo mono-enfoque materialista, que foca somente nos aspectos fisio- químicos.

      Aí entra a necessidade de “afinar os instrumentos” como bem disseste. Mas como acessar estas propriedades não-físicas dos óleos de maneira objetiva, sem achismos pseudo-místicos? Schnaubelt recorre, por exemplo, à medicina tradicional chinesa.

      Há também a Ayurveda, a Doutrina das Assinatutras: tradições que talvez precisemos resgatar, de modo a sermos capazes de acessar as dimensões energéticas destes óleos com uma objetividade “científica”.

      Um abração!

  2. Sheyla Maria de Oliveira Ferraz says:

    “Será que nos esquecemos? A Natureza desenvolveu, ao longo de dezenas de milhões de anos, suas próprias estratégias contra inúmeros vírus, bactérias, fungos e parasitas. Sem a evolução destas estratégias, nem a vida na Terra, como um todo, teria sido possível.”
    Irretocável o texto todo.
    Muito obrigada.

    • Editorial Oshadhi says:

      Olá, Sheyla! Bom dia!

      Grato por seu feedback. De fato, os textos do Dr. Malte são excelentes.
      São reflexos de anos de pesquisa e experiência com os óleos.

      Um abração!

  3. Nayana says:

    A ciência é míope… Enxerga uma fração da realidade, Se baseia apenas no comportamento previsível do átomo. Até hoje não consegue entender que o átomo é partícula e onda ao mesmo tempo. Tudo é energia! O resultado que se deseja sempre será alcançado. Efeito Zenão! A física quântica veio colocar uma lente na ciência, muita coisa esta sendo vista, embora não completamente entendida.

    • Editorial Oshadhi says:

      Olá, Nayana!

      Com certeza, a ciência é apenas uma das lentes pelas quais enxergar a realidade.
      E não a totalidade (como alguns parecem sugerir). Boas colocações.

      Um abração!

  4. RAFAELLA AQUINO says:

    Bom dia , adorei a matéria e gostaria de ler estes estudos citados na íntegra, você pode compartilhar os links dos trabalhos científicos. Grata

    • Editorial Oshadhi says:

      Bom dia, Rafaella! Grato por seu feedbcak.

      Os artigos referidos neste artigo estão linkados no próprio texto.
      Ao longo dele encontras 6 números entres colchetes ([1], [2]…).
      Ao clicar nestes números, você é automaticamente redirecionada aos artigos.

      Um abração!

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